
"Ah, vida pervertida
Me engula
Me faça seu
Me corrompa
Não me dê certezas, das quais eu não possa carregar
Me faça eu
Somente eu
O concreto das incertezas humanas
Contradição da hipocrisia vivida por aí
A destruição de toda religião
O detrimento de todo catequismo
De todo domínio
Sempre persistente nos humanos
Dos índios aos negros, dos povos que são considerados inferiores
Nos povos onde a humanidade teme
Sua liberdade, seus deuses, seus costumes, seus desprendimentos
Por isto a catequese
Catequisar não o outro
Mas no outro,
A própria insegurança de sí mesmo
Da falsa certeza que o domina
Catequisar no outro
A dúvida do seu próprio ser.
Me engula
Me faça seu
Me corrompa
Não me dê certezas, das quais eu não possa carregar
Me faça eu
Somente eu
O concreto das incertezas humanas
Contradição da hipocrisia vivida por aí
A destruição de toda religião
O detrimento de todo catequismo
De todo domínio
Sempre persistente nos humanos
Dos índios aos negros, dos povos que são considerados inferiores
Nos povos onde a humanidade teme
Sua liberdade, seus deuses, seus costumes, seus desprendimentos
Por isto a catequese
Catequisar não o outro
Mas no outro,
A própria insegurança de sí mesmo
Da falsa certeza que o domina
Catequisar no outro
A dúvida do seu próprio ser.

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